"A gente é a soma das nossas decisões, todo mundo sabe. Tem gente que é infeliz porque tem um câncer. E outros são infelizes porque cultivam uma preguiça existencial. Os que têm câncer não têm sorte. Mas os outros, sim, têm a sorte de optar. E estes só continuam infelizes se assim escolherem."
"Ela apenas assentiu com os olhos novamente baixos, jamais havia ficado daquela maneira e não se entendia, sempre fizera tudo, inclusive gestos, da maneira mais calculada possível, Annabeth mal se lembrava de ser realmente impulsiva, claro que às vezes tomava decisões de momento, afinal quem não as faz? Mas nunca daquela forma, nunca naquela intensidade.
A verdade é que sabia que algo estava para acontecer, sabia que em algum lugar algo ia mal, ela sentiu pela forma que suas entranhas se contorceram e seu coração apertou e bateu mais rápido e mais dolorido, tinha medo que fosse com Percy, sabia que essas coisas aconteciam em justas, sabia que havia acontecido com ela, não queria que o mesmo acontecesse com ele, sabia que poderia percorrer o mundo e lutar um milhão de batalhas, assim como sabia que podia perde-las, sabia que lá embaixo poderia morrer da mesma forma que morreria se perdesse um milhão de batalhas. Podia perder a vida, mas não seu príncipe."
"Sempre julgam ou comentam o que você faz. Seja na vida real ou virtual. Principalmente na segunda opção.
Dizem que tal coisa não condiz com o que faz, no caso, quando se é exemplo para “alguéns”. Sendo que, sua situação de exemplo é fora do virtual.
O que você posta ou comenta na web é uma coisa completamente diferente.
Dentro dela, eu sou uma pessoa diferente da que sou fora dela.
Não sabem separar as coisas? E o que eu digo ou escrevo tem a ver com qualquer coisa?
Se for para ficar me preocupando e sempre tendo um passo atrás por causa “do que vão pensar”, eu não viverei e não farei nada que eu gosto.
É melhor ser errada e ser eu mesma do que certinha e ser outra pessoa!"
— Anelise